Esta fruta de característica cítrica nos faz pensar sobre seu nome. Será que ao descascá-la imaginamos tangerina ou mexerica? Ok, a segunda até que tem um apelido inusitado para a região sudeste!
Bem, se fosse na visão do poeta Nelson Rodrigues, descontraído como era, nem se importaria, pois ele veria a fruta como um alimento e não com nomes jocosos: se tem caroço ou não, se é rosada ou alaranjada, grande ou pequena, gomos pares ou ímpares. Ele nem pestanejaria! “Mudavam os autores, mas no fundo era uma coisa só: a morte punindo o sexo ou o sexo punindo a morte”.
A verdade é que a razão/importância pela qual a fruta traria valeria mais que seu simples “nick”. É possível que Nelson tenha uma celebração de um centenário por não se importar com o renome e sim o conteúdo do que lê e/ou escreve.
Portanto convido a todos a conferir (uns dos) 17 espetáculos teatrais, nos teatros Dulcina e Glauce Rocha neste mês de agosto aqui no Rio. A Mulher Sem Pecado abre as exibições nesta quarta-feira(1) e O beijo no asfalto no dia 22.
Confira a programação:
http://twixar.com/a8v
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